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Vamos conhecer um pouco da nossa cidade?

Santana do Matos – RN

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Santana do Matos, conhecida como Coração do Rio Grande do Norte há décadas, é um município brasileiro localizado no estado central do norte. Segundo o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a cidade possui uma população de 13.798 habitantes, dos quais 6.905 pessoas vivem em áreas rurais.

Santana do Matos – RN

O município é a terceira maior província do estado, com um território de 1.420 quilômetros quadrados.

História Santana do Matos – RN

Período pré-colonial: o interior do nordeste é habitado por grupos de pessoas (paleoameríndios) há pelo menos 9.000 anos. Os primeiros habitantes da terra de potiguar foram provavelmente povos nômades, caçadores e coletores de alimentos. Eles deixaram registros gravados e pintados em pedras e paredes ao longo de rios, córregos e lagoas, onde deveriam caçar e coletar alimentos no período pré-colonial. Na região de Santana, como esses registros pré-históricos são chamados, a arte rupestre é rica e variada. Pesquisa recente do professor Valdeci dos Santos Junior, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, revelou a existência de 75 sítios arqueológicos na região central do RN, denominados “Área Arqueológica de Santana”. Apenas dois desses locais são registrados pelo IPHAN como patrimônio histórico. Esses preciosos registros da ocupação pré-histórica da região por pessoas, embora pouco estudados, foram saqueados por vândalos e turistas inconscientes.

Chegada dos portugueses: quando os portugueses chegaram à região, ao longo do século XVI, encontraram pelo menos três grupos culturais separados, Cariri, Tarairiu e Jê, e um grande número de grupos isolados e ainda não classificados sob o nome de Tapuia Dominante durante o período colonial: conflito com colonizadores / invasores portugueses era inevitável. No interior, com gado e campanhas para reconhecer os índios como trabalho escravo, os portugueses logo enfrentaram pessoas distanciadas e corajosas. O historiador Pedro Puttoni em seu livro “A Guerra dos Bárbaros” apresenta muito bem esse período de confronto, que, como esperado, levou à aniquilação de populações inteiras do Sertão na Índia. As demais tribos, pacificadas pelos bandeirantes paulistas, foram assentadas, e os primeiros assentamentos de colonos brancos surgiram no final do século XVII.

No final do conflito, a indústria pecuária pode retomar seu crescimento, desenvolver-se rapidamente e se tornar uma importante atividade econômica. Durante esse período, oficinas de carnes secas e extração de cera de carnaúba foram a base da economia da região.

Em 1696

Bernardo Vieira de Melo, então governador do Rio Grande do Norte, colocou-se à frente da pequena expedição e no ponto fortificado da conquista de Aso (ou Piranha). Arraial de Nossa Senhora dos Prazeres sertão foi estabelecido na margem esquerda. Bernardo Vieira e seus soldados se estabeleceram no novo campo, fundaram a aldeia indígena e garantiram o estabelecimento dos colonos. De lá, surgiu uma vila chamada São João Batista da Ribeira do Céu. O município de Açu foi criado pela Ordem Régia em 22 de julho de 1766. Era originalmente chamado Vila Nova da Princesa.

O assentamento de hoje em Santana Matos começou com a Fazenda Bom Bocadinho, de propriedade de Manoel José de Matos, Portugal. Quando a fazenda começou a mostrar sinais de prosperidade, a seca severa danificou severamente as lavouras e reduziu o número de animais. O religioso Manoel José prometeu que, se a seca terminar, uma pequena igreja será construída para comemorar o Papai Noel de Nossa Senhora. Após a seca, a Fazenda Bom Bocadinho retomou seu crescimento e construiu uma pequena igreja, e recebeu o nome de Santana do Matos em homenagem ao santo mágico e ao dono da fazenda.

A vila começou perto da capela e recebeu o nome de Santana do Pé de Serra, mais tarde conhecida como Santana do Matos, e estava diretamente conectada à igreja que a produzia. A agricultura e a criação de animais foram desenvolvidas nas terras locais, resultando no rápido desenvolvimento das aldeias

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