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Instituto Federal do Rio Grande do Norte

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O Instituto Federal de Ciência e Tecnologia da Educação (IFRN) do Rio Grande do Norte é uma instituição que fornece educação básica, profissional e superior de forma “pluricurricular”.

Instituto Federal do Rio Grande do Norte

É uma instituição multi-escolar especializada no fornecimento de educação técnica profissional em diferentes métodos de ensino, com base na combinação de conhecimento técnico e métodos de ensino. O IFRN criado pela transformação do Centro Federal de Educação Técnica (CEFET-RN) no Rio Grande do Norte hoje possui uma estrutura de vários campus com unidades de ensino em várias regiões estratégicas do estado.

Quais e quantas unidades do IFRN ?

O IFRN possui unidades nos municípios de Natal : Central, Zona Norte, Cidade Alta( Unidade Rocas e Rio Branco) e Zona leste, Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Caicó, Currais Novos, Santa Cruz, Nova Cruz, Apodi, João Câmara, Canguaretama, Macau, Pau dos Ferros, São Paulo do Potengi, Ipanguaçu, Parelhas e Lajes.

História do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

Em 1909, o então presidente brasileiro Nilo Peçanha adotou uma ação de educação política, e foi criada a Escola Federal Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Rio Grande (IFRN), cujo objetivo era dar filhos aos trabalhadores; Por meio do Decreto nº 7.566, dezenove escolas de artesãos aprendizes foram estabelecidas e a educação em tecnologia industrial foi implementada em todo o país. No segundo ano (1910), uma escola de aprendizado técnico no Rio Grande do Norte foi instalada em um prédio próximo à Cidade Alta, onde estava localizado o antigo hospital da Caridade em Natal. Treine aprendizes em sua alfaiataria, oficina de carroceria, oficina de carpintaria. , Sapatarias e serralheria.

Em 1914, a escola foi transformada em Liceu Industrial e começou a operar na Avenida Rio Branco, uma das principais vias da capital Rio Grande do Sul, onde permaneceu até 1967 (atualmente o prédio foi reformado e está localizado na Unidade Rio Branco do Câmpus Natal – Alto cidade). Ao longo da história do século, a instituição passou por diversas mudanças decorrentes da política educacional do governo federal, como a política da década de 1940, quando fundiu o salão industrial com cursos antigos e ficou conhecida como Escola Industrial de Natal; e também em 1959, quando passou por uma reestruturação administrativa e mudou seu nome para Escola Industrial Federal no Rio Grande do Norte. No entanto, as mudanças mais significativas na “Escola” (como era mais conhecida) ocorreram em 1967, com a graduação do campus da Avenida Senador Salgado Filho; e em 1968, com o aumento da educação industrial para o nível 2, que deu origem à Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte (ETFRN).

Em 1993, a “Escola” começou a reservar 50% das vagas curriculares para alunos de escolas públicas. Foi somente em 1994 que começou a se adaptar ao modelo de ensino do “centro de educação técnica” existente no Brasil desde 1978. Esse processo foi concluído em 18 de janeiro de 1999, quando o então presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso (Fernando Henrique Cardoso) assinou o contrato. O decreto transformou a “escola” no Centro Federal de Educação Técnica (abreviado como CEFET-RN) no Rio Grande do Norte.

No início deste milênio, o CEFET-RN se fortaleceu como um centro de excelência em educação tecnológica no país; e confirmou a missão de capacitar “um funcionário-cidadão, ético e consciente de suas responsabilidades sociais”, capaz de atuar no processo produtivo e de participação crítica nas transformações sócio-políticas das comunidades do campus de Natal (campus e zona norte), Mossoró, Ipanguaçu e Currais Novos. Em 2008, de acordo com a Lei 3775/2008, foi transformada no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), passou por uma reestruturação e mudou seu nome no ano seguinte. Com a adoção da Lei de Cotas (Lei nº 12.711 / 2012), que estabelece uma política de cotas sociais e raciais nas instituições federais de ensino, critérios financeiros e raciais foram adicionados aos critérios de cotas sociais para admissão em cursos técnicos e de graduação no Instituto.

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